sexta-feira, 19 de maio de 2017

Caxias sedia evento de Meio Ambiente dia 22 de maio

Promover a responsabilidade socioambiental e mudanças comportamentais nas ações dos municípios são os principais objetivos da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P). Na próxima segunda-feira (22/05), Caxias do Sul sediará o Diálogos A3P Rio Grande do Sul, uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Secretaria Estadual do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Durante todo o dia, representantes de prefeituras gaúchas, câmaras de vereadores e judiciário estarão reunidos, no auditório do Sindiserv, para discutir ações e encontrar alternativas para a implementação de uma agenda ambiental de práticas de sustentabilidade.

No evento serão formados grupos que vão dialogar sobre temas como o uso racional dos recursos naturais e bens públicos, gerenciamento de resíduos sólidos, qualidade de vida no ambiente de trabalho, sensibilização e capacitação dos servidores, contratações públicas sustentáveis e construções sustentáveis. A partir das discussões, a ideia é que os gestores municipais avaliem as prioridades de investimentos, compras e contratação de serviços, gerenciamento de resíduos sólidos e uso racional dos recursos naturais e bens públicos.

Fonte: Prefeitura Municipal
Foto: Fábio Campelo/Ass.Prefeitura




terça-feira, 16 de maio de 2017

Semana do Meio Ambiente de Caxias inicia dia 1º de junho

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma) iniciou a divulgação da Semana do Meio Ambiente 2017 que tem como tema "Turismo Consciente - Na bagagem, apenas o registro”. A iniciativa busca discutir o assunto, numa alusão ao Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento, proclamado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Para isso, estão programadas diversas atividades entre os dias 01 e 7 de junho, em Caxias do Sul.
Nesta edição, uma das novidades é a descentralização do evento. Ele vai ocorrer em diferentes pontos como o Centro de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho, o Parque Municipal Mato Sartori, o Jardim Botânico, a Praça Dante Alighieri e o Centro Administrativo da Prefeitura de Caxias do Sul. 
A abertura oficial está marcada para o dia 1º de junho, às 18h, no Centro de Cultura Ordovás. Na ocasião ocorrerá a palestra inaugural "As possibilidades do turismo sustentável no espaço rural" com a turismóloga Juliana Jasper (Unipampa) e a Ph.D. Rosane Maria Lanzer (Universidade de Caxias do Sul).

A programação segue com diversas atividades ao longo da semana, como a exposição das fotografias vencedoras do XI Concurso Clic Ambiental, sessões temáticas de cinema, contação de histórias, passeios orientados em áreas de preservação, palestras e apresentações teatrais. No sábado (03/06) acontece o "Dia D" com uma série de atividades no Jardim Botânico. Das 8h às 17h estão programadas diversas oficinas como Dicas de Acampamento, Fotografia na Natureza, Orientação com Bússola e GPS e Plantio de Chás e Temperos. Nesse mesmo dia será possível adotar cães e gatos do Canil Municipal em mais uma edição da campanha Adote por Amor.

Foto: Fábio Campelo/Ass.Imprensa Prefeitura




terça-feira, 9 de maio de 2017

Prêmio Ação Sustentável valoriza ações ambientais de Farroupilha

A Secretaria do Meio Ambiente de Farroupilha realiza o Prêmio Ação Sustentável 2017. A iniciativa vai reconhecer o mérito de projetos de empresas, instituições de ensino, da sociedade civil organizada e dos cidadãos em geral que promovam ações voltadas à preservação ambiental no município. O objetivo é identificar, incentivar e divulgar as boas práticas de preservação ambiental.
Os interessados poderão realizar a inscrição gratuita de 5 de junho até 8 de setembro junto à secretaria de Meio Ambiente, na Rua 14 de Julho, 713, no Ceac. Podem concorrer ao troféu e ao selo Ação Sustentável os projetos e ações já concluídos no ano passado ou ainda em fase de execução, de empresas, organizações não governamentais, pessoas físicas e instituições públicas sediadas em Farroupilha. Empresa (Indústria e Comércio); Educação; Serviços / Entidades e ONGs; Turismo, Hotelaria e Gastronomia
Os vencedores das categorias Livre;; Agropecuária / Agricultura; serão conhecidos em solenidade oficial agendada para o dia 21 de setembro e poderão utilizar o selo Ação Sustentável para divulgar as iniciativas premiadas e reconhecidas pelo município.
A avaliação dos projetos inscritos será realizada por uma Comissão Julgadora formada por representantes do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comam) e de secretarias municipais.
Outras informações e a ficha de inscrição podem ser obtidas por meio do telefone 3261.6932.

Fonte: Prefeitura de Farroupilha
Fonte: Divulgação



Como implantar coleta seletiva em condomínio

Em se tratando do lixo e da coleta seletiva, hoje se vê de tudo. Existem condomínios que já estão avançados nessa questão. Onde a conscientização é maior, há lixeiras coloridas, com a identificação do tipo de lixo que deve ser jogado em cada uma, avisos informando a todos sobre o sistema de coleta no prédio e outros de caráter educativo, incentivando os moradores a assumirem seu papel na gestão do lixo. Em muitos deles, após definida a forma como ocorrerá a coleta seletiva, esta é incluída no Regimento Interno, dada a relevância que tem para os condôminos.
Mas se esse não é o caso do seu condomínio, não se alarme, você ou qualquer outro morador pode propor ao síndico que implante a coleta seletiva do lixo. As medidas são simples, mas é preciso investir no diálogo e mobilizar os moradores, para que todos compreendam a importância dessa medida, cujos benefícios se estendem a toda a comunidade. 
Ações preliminares – A primeira coisa a ser feita é saber os dias que o caminhão da coleta seletiva e o catador passam na sua rua e combinar o esquema com eles. Se o condomínio tem muitos moradores, é preciso definir um local onde o lixo será acomodado até o dia do recolhimento. Nesse dia, o lixo reciclável é colocado na calçada.
Quando o condomínio é pequeno, pode ser que uma única lixeira, de tamanho doméstico, seja suficiente para acomodar o lixo reciclável. Assim, se o prédio já tem uma lixeira para o lixo orgânico (alimentos), basta instalar uma segunda, um pouco maior, para o reciclável, que é mais volumoso. O ideal é escrever na lixeira a palavra mágica: Reciclável. Alguns condomínios ainda colocam o ícone da reciclagem para facilitar a identificação visual entre um tipo de lixo e outro.

Fonte: Blog do Lixo
Foto: Divulgação



Resumindo:
1.     Leve a proposta ao síndico;
2.     Mobilize os moradores;
3.     Distribua cartazes educativos sobre a importância da coleta seletiva;
4.     Enfatize a necessidade de separar o lixo orgânico (alimento) do reciclável;
5.     Informe-se sobre quais dias o caminhão da coleta e o catador passam na sua rua;
6.     Defina onde o lixo ficará até ser recolhido e como será levado para fora do prédio;
7.     Acerte o esquema com os moradores, com o caminhão da coleta e/ou com o catador;
8.     Se for o caso, providencie a instalação da lixeira do reciclável;
9.     Identifique a lixeira do reciclável;
10.                       Insira as normas da coleta seletiva no Regimento Interno do condomínio.

sábado, 6 de maio de 2017

Hábitos antigos que conservam a natureza

 Nem toda modernidade é sinal de evolução. Assim como nem toda invenção se traduz em benefícios para a humanidade. Muitas, pelo contrário, transferem para a sociedade um custo bastante alto, a exemplo de produtos que dependem de uma forte demanda de recursos naturais para serem produzidos.

Outras invenções, numa escala ainda mais comprometedora, diz respeito a produtos de difícil destinação final e nem sempre possíveis de passarem por um processo de reciclagem depois de cumpridos seus ciclos de vida.
Reciclagem complicada – Nos últimos tempos, o caso mais emblemático parece ser o das cápsulas de café, que a bem da comodidade alegada por seus usuários, trouxe um problemão para o meio ambiente.
complexidade de se reciclar as cápsulas de café, fabricadas com materiais difíceis de serem fracionados e do alto custo da reciclagem desse tipo de produto tem como resultado as quase 8 mil toneladas de cápsulas consumidas anualmente no Brasil vão parar nos aterros sanitários, que, como todos sabem, são poucos e estão aquém de atender as necessidades dos municípios, além de estarem abarrotados de material.
Produtos vistos por inteiro – Considerando que a natureza é a fonte de matéria-prima que dá origem aos produtos, cada vez mais será necessário consumir menos ou, no mínimo, escolher produtos que causem menor impacto ao ambiente. Essa é a razão que está levando muitas pessoas a adotarem hábitos antigos e prazerosos, como coar o café em pano ou em filtros de papel que se decompõem facilmente, por serem biodegradáveis. Em todo o mundo, há um séquito de gente buscando adotar práticas mais sustentáveis. Mas para aqueles que optam pelo meio termo, algumas cafeterias estão oferecendo o coador de pano individual.
Ao se indagar sobre um produto, é possível vê-lo em toda a sua extensão, no todo e nas partes, na origem e na ponta, quando ele está novo em folha e, mais tarde, quando seu ciclo de vida se encerra e ele torna-se lixo.

Fonte: Blog do lixo
Foto: Divulgação


segunda-feira, 1 de maio de 2017

Farroupilha realiza Workshop Gestão Pública para Cidades Lixo Zero

Farroupilha está trabalhando para se tornar uma cidade lixo zero. E um dos instrumentos para atingir esse objetivo é proporcionar a realização do Workshop Gestão Pública para Cidades Lixo Zero. O evento será realizado no dia 11 de maio, das 8h30 às 18h, no Salão Nobre da Prefeitura.
O Workshop Gestão Pública para Cidades Lixo Zero visa proporcionar a discussão, reflexão, proposição e aprendizagem prática sobre a gestão de resíduos sólidos por meio do conceito LIXO ZERO. Atendendo às exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos e dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), o workshop irá preparar os participantes, através de uma gestão inovadora, para aplicar as melhores práticas, levando à diminuição dos custos com a gestão de resíduos (coleta, logística, destinação), gerando emprego e renda, atraindo empreendedores e investidores, incrementando a arrecadação de impostos, com envolvimento e participação da população.
O objetivo do evento é qualificar gestores públicos e demais agentes interessados para a adoção do conceito e princípios do Lixo Zero, preparando-os para desenvolver soluções inovadoras e sustentáveis na gestão dos resíduos sólidos municipais.
Fonte: Prefeitura Municipal
Foto: Divulgação



Organizar o lixo é um ato de amor

É comum ouvir a expressão de que “o lixo é riqueza”. A cada dia, essa afirmativa se confirma mais e mais. Hoje, já se sabe que muito daquilo que é jogado fora, tem como ser reaproveitado, transformado ou reciclado. Até mesmo os restos de comida são valorosos, pois podem ser processados e virarem adubo.
Para compreender melhor como as coisas acontecem em torno do lixo, é necessário distinguir o lixo orgânico do inorgânico. O primeiro, também denominado “lixo úmido”, consiste nos resíduos de origem vegetal ou animal (comida em geral). É o lixo que gera mau cheiro, desenvolve bactérias e fungos, atrai insetos.
Mas, se processado adequadamente, o lixo orgânico pode se transformar em adubo natural, de ótima qualidade; muitos agricultores lançam mão desse recurso. No caso de residência, existem as composteiras, que se encaixam perfeitamente debaixo da pia e não exalam mau cheiro no ambiente. Elas são encontradas no mercado em vários modelos, tamanhos e preços.
O lixo inorgânico, também identificado como “lixo seco”, se refere aos materiais produzidos pelo homem, como plásticos, metais, alumínios e vidro. A sociedade moderna produz um volume descomunal desse tipo de lixo, por dois fatores preponderantes: o consumo excessivo e a cultura do descartável, em que os produtos se tornam obsoletos rapidamente. No entanto, muito dos resíduos encontrados nas lixeiras são passíveis de reciclagem ou mesmo de reaproveitamento.
Quando descartado de forma inadequada no ambiente, o lixo inorgânico traz prejuízos para toda a população e o planeta. Além do desperdício, os materiais que caracterizam esse tipo de lixo demoram anos para se decompor naturalmente. É o caso de embalagens plásticas, que podem chegar a até 500 anos, e do vidro, cujo tempo é indeterminado, podendo levar milhares de anos para se decompor. Materiais eletrônicos, como pilhas e baterias, oferecem perigo se descartados aleatoriamente.
Separação prolonga vida útil do lixo – Essas razões, fazem com que a organização do lixo seja tão importante. A regra número um é separar o lixo conforme suas características, se úmido, seco, de longa durabilidade ou mesmo aquele possível de ser reciclado.
Há, também, uma questão social decorrente da organização do lixo. É o fato dela desencadear o processo que permite a inclusão dos catadores de materiais recicláveis. O lixo ainda é a única fonte de receita de muitas famílias. Separá-lo corretamente é uma forma de ajudar os catadores no trabalho da coleta.
De outro lado, deve-se considerar que a atuação do catador é essencial para o sucesso da destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos. Por meio do trabalho deles, inúmeros materiais que teriam os aterros sanitários como destino são reaproveitados ou comercializados, e muitos voltam à cadeia produtiva como matéria-prima na fabricação de novos produtos.

Regras básicas:
1.     Separar o lixo orgânico (úmido), do inorgânico (seco).
2.     Ensacar o lixo de modo que fique fácil identificá-lo entre o úmido e o seco.
3.     Separar o vidro dos demais resíduos; juntar jornais, papelão e embalagens no mesmo saco.
4.     Dobrar as embalagens para economizar sacos de lixo e espaço nas lixeiras.
5.     Os materiais possíveis de serem reaproveitados ou mesmo reciclados devem estar vazios e limpos. É importante lembrar que lá na ponta da cadeia produtiva está uma pessoa, o catador.


 Fonte: E-cycle
Foto: Divulgação