terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Dubai é a primeira cidade do mundo a implementar indicadores sustentáveis

A União Internacional das Telecomunicações, UIT, divulgou um relatório sobre a implementação dos indicadores chave para cidades inteligentes sustentáveis. O primeiro estudo foi feito com Dubai, nos Emirados Árabes, a primeira cidade a se candidatar ao projeto-piloto em 2015.

A iniciativa da UIT busca criar edifícios e sistemas de abastecimento de água e de transporte inteligentes para cidades no século 21. O secretário-geral da agência da ONU, Houlin Zhao, afirmou que o objetivo é torná-las mais habitáveis e ecológicas. Ele explicou que "as lições aprendidas em Dubai para se transformar numa cidade sustentável inteligente vão ter um grande valor para outras cidades".
Fonte: Rádio ONU
Foto: Divulgação

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Fogos de artifícios podem levar à extinção as últimas andorinhas verdadeiras “inimigas” da dengue

As andorinhas percorrem uma longa viagem exaustiva e perigosa de 12 mil km, aonde morrem aos milhares de fome, por venenos caseiros e agrotóxicos usados na agricultura e vendido livremente em mercados. 

Pássaros e animais têm seus tímpanos estourados, ao voar ou passar perto de bombas.
e rojões.

Estas corajosas e simpáticas aves devoram até 25 mil insetos diariamente. O mosquito da dengue está entre seu cardápio variado, com sua extinção a dengue agradece. Os prefeitos promovem a matança de seus predadores com seus "fumasses", aves, aracnídeos, anfíbios e répteis que vivem destes insetos, são exterminados pelos venenos caseiros e agrotóxicos promovidos por cidadãos e prefeituras que querem se livrar do mosquito, mas ao contrário, transforma a dengue em uma epidemia global, os ovos do mosquito não são atingidos pelo veneno, quando eclodem aos milhões estão livres para picar os humanos, pois seus predadores estão mortos.

Além dos venenos os pesquisadores descobriram também que os (fogos de artifícios) usados em larga escala em festas ou comemorações, as matam indiscriminadamente de maneira cruel justamente na época da reprodução, que se da em outubro, novembro e dezembro.

O barulho dos 
fogos de artificios as apavoram onde adoecem e morrem, algumas sobreviventes fogem abandonando seus ninhos, deixando seus filhotes morrerem por inanição.

Fonte: www.achetudoeregiao.com.br

Foto: Divulgação

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Estudo diagnostica declínio de polinizadores

O uso intensivo de fertilizantes químicos, a destruição e degradação de áreas florestais e o agravamento das mudanças climáticas são as causas do declínio das populações de insetos polinizadores, como abelhas, moscas e borboletas, ao redor do mundo. A conclusão é de um amplo estudo de revisão feito por um grupo internacional de pesquisadores.
No estudo, há ainda indicação de políticas e intervenções que poderiam ajudar a reverter esse cenário. As abelhas e outros insetos polinizadores são conhecidos por proporcionar uma variedade de benefícios econômicos e ambientais, entre os quais a polinização de plantas e a produção de alimentos são os mais notáveis. No Brasil, as abelhas respondem em média por até 24% do ganho em produtividade agrícola em pequenas propriedades rurais.
 Também se estima que a exportação global de mel tenha movimentado US$ 1,5 bilhão em 2007. Em 2016, os benefícios obtidos graças à polinização no mundo, os chamados serviços ecossistêmicos, foram calculados em aproximadamente US$ 577 bilhões. No estudo, os pesquisadores verificaram que as cerca de 20 mil espécies de abelhas conhecidas polinizam mais de 90% das 107 principais culturas do mundo. Não por acaso, 75% da alimentação humana depende direta ou indiretamente da ação de animais polinizadores. O declínio de algumas espécies de abelhas está associado ao processo de industrialização, sobretudo na Europa e na América do Norte, segundo os cientistas.

Os problemas causados pela perda de polinizadores não se restringem à produção agrícola. Segundo eles, há também impactos negativos na reprodução de plantas silvestres, uma vez que mais de 90% das espécies de plantas tropicais com flores e cerca de 78% das espécies de zonas temperadas dependem, pelo menos em parte, da polinização desses insetos.
Fonte: www.e-cycle.com.br
Foto: Divulgação

Dicas para passar um Natal mais verde

Árvores de plástico podem ser reutilizadas muitas vezes. Jogá-las no lixo significa que elas vão parar em um aterro sanitário, demorando muito tempo para se decomporem. No entanto, se você não tiver nenhuma e for comprar uma nova, talvez seja melhor uma opção natural. Segundo um estudo realizado por uma consultoria ambiental de Montreal (Canadá), as árvores artificiais só são mais sustentáveis se utilizadas por mais de 20 anos, isto baseado na emissão de gases, uso de recursos naturais e impactos na saúde da população.
Uma árvore natural emite apenas 1/3 do carbono de uma árvore artificial durante o tempo de uso comum de seis anos. Além disso, árvores artificiais contêm policloreto de vinila (PVC), um plástico cuja produção emite poluentes orgânicos persistentes (POPs), muito nocivos à saúde de todos os seres vivos, pois são bioacumulativos, ou seja, não são eliminados pelo organismo com o tempo.
Em contrapartida, um outro estudo realizado pela Christmas Tree Association concluiu que as árvores artificiais, se utilizadas de seis a dez anos, são melhores para o meio ambiente, considerando apenas a taxa de emissão de carbono. Apesar das árvores artificiais não necessitarem de água e de seu transporte ser mais fácil, estas não são recicladas pela maioria dos postos de reciclagem.
Em relação às árvores naturais, elas absorvem dióxido de carbono enquanto em fase de crescimento, são mais fáceis de serem reutilizadas, mesmo se já tiverem morrido - podem ser úteis para paisagismo ou até mesmo serem lascadas e utilizadas em pistas de caminhada ou trilha. Porém, o transporte delas é mais difícil dependendo do seu tamanho e da distância do local de compra até a residência.
Fonte: www.e-cycle.com.br
Foto; Divulgação




quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Firmado acordo de pesquisa para o controle biológico de pragas

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e a Koppert do Brasil Sistemas Biológicos, empresa de origem holandesa especializada no controle biológico de pragas na agricultura, anunciaram, a terça-feira, dia 20 de dezembro, um acordo de cooperação para pesquisas, com foco no desenvolvimento de produtos que garantam o controle de pragas e doenças em diferentes culturas agrícolas, por meio do controle biológico.
Com duração de dez anos, o acordo é o primeiro assinado pela Fapesp voltado exclusivamente aos temas relacionados ao aprimoramento do controle biológico na produção agrícola. Este também é o foco de atuação da Koppert no Brasil, onde mantém em sua sede, em Piracicaba (SP), um departamento próprio de Pesquisa e Desenvolvimento que busca aperfeiçoar tecnologias de controle biológico para a agricultura tropical.
Fonte: www.e-cycle.com.br
Foto: Divulgação

Eólica é a fonte de energia mais barata, aponta pesquisa

Atualmente, a energia eólica é a fonte com custo de expansão mais baixo no Brasil. Os dados são da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e comparam a estimativa de custo de expansão de seis fontes, de 2016 a 2025. De acordo com o estudo, o custo da eólica deve ficar em R$ 155,98/MWh, 46% inferior ao da energia solar, a mais cara dentre as fontes analisadas.
estudo considerou a estimativa de aumento da oferta de energia e do custo médio de expansão. Foram levados em conta apenas os empreendimentos que estarão devidamente conectados às linhas de transmissão, independentemente de sua capacidade de geração.
A fonte já chegou a ser comercializada por R$ 87,50/MWh, no 15º Leilão de Energia Nova, em 2012. O preço da energia eólica é influenciado, principalmente, pela taxa de câmbio, pois a maior parte dos equipamentos que compõem os parques de geração é importada. Outros fatores relevantes são a taxa de juros e a disponibilidade de financiamento do BNDES.
Fonte: www.e-cycle.com.br
Foto: Divulgação

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Brasil precisa avançar em políticas proativas para enfrentar a seca, diz estudo

O governo brasileiro continua adotando políticas reativas para enfrentar períodos de seca, mas nos últimos dois anos houve progresso no desenvolvimento de políticas proativas, em especial com a implantação de monitores de seca pelas agências de Águas do Ceará, de Pernambuco e da Bahia. Esta é a conclusão do estudo “Secas no Brasil: política e gestão proativas”, desenvolvido pelo Banco Mundial, Agência Nacional de Águas e pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), organização social ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.
O pesquisador do CGEE, Antônio Magalhães, um dos autores da publicação, explicou que o monitoramento é o primeiro pilar para uma política proativa de enfrentamento de secas. Os monitores produzem mapas que permitem saber exatamente em quais pontos está ocorrendo e qual a intensidade da seca, evitando que investimentos e esforços sejam feitos em locais errados. “Isso afasta a questão política do 'estado de seca', que dá direito a investimentos nos municípios, por exemplo”, disse.
“O monitoramento de secas no país ainda é incipiente. Avançou, mas precisa avançar muito mais e não se pode dizer que o governo como um todo abraçou essa ideia. Até porque os governos não conseguem planejar para crises”, explicou o especialista.

Fonte: www.e-cycle.com.br
Foto: Divulgação