segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Saiba como reciclar lixo orgânico da sua casa de maneira sustentável

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) prevê algumas metas importantes para minimizar problemas ambientais, sociais e econômicos provocados pelo manejo inadequado do lixo. O fechamento de lixões e a construção ou a modernização de aterros são medidas do Estado que podem melhorar a relação do brasileiro com seu lixo. No entanto, algumas mudanças de hábitos também são contribuições importantes para o meio ambiente, saiba a diferença entre resíduo e rejeito.
Quando o lixo é destinado de maneira incorreta e fica a céu aberto, pode ocorrer contaminação de lençóis freáticos com chorume, emissão de gases do efeito estufa (que causam seu desequilíbrio, como o gás metano (CH4 - 20 vezes mais prejudicial na atmosfera do que o CO2) e ainda atrai insetos e animais, que podem transmitir doenças ao homem.
A compostagem doméstica é uma das saídas para solucionar esse problema. Esse método faz com que você tenha um local para reutilizar o lixo orgânico dentro de casa, onde você irá tratá-lo para produzir adubo. Deixar o lixo em casa ainda é um tabu para a maioria das pessoas, pois aprendemos que tudo que não é necessário ou que não queremos mais deve ser jogado fora. 

Fonte: www.e-cycle.com.br
Foto: Divulgação

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Como evitar desperdício de comida

Na hora de comprar alimentos, cozinhá-los e consumi-los também podemos tomar pequenas medidas que evitam desperdício de água, gás, combustível e comida. Antes de sair para o supermercado, planeje o cardápio da semana. Desse modo, você compra apenas o suficiente, sem deixar que nada se estrague desnecessariamente. Dê preferência ao consumo de frutas e legumes da estação. Além de serem mais baratos, indiretamente você também economiza em combustível, diminuindo a emissão de poluentes na atmosfera por conta das distâncias mais longas que produtos fora de época usualmente requerem em seu transporte.
A manipulação de frutas e legumes diminui sua vida útil. Não coloque no seu prato mais do que vai comer. O desperdício de comida também gera desperdício de água (cerca de 70% da água disponível é gasta nas lavouras) e poluição da atmosfera (devido ao combustível gasto com transporte e ao CO2 liberado em sua decomposição sem o aproveitamento).
Se algumas partes de legumes estragarem, não desperdice. Corte o que não serve e utilize os restos para fazer uma seleta, um ótimo acompanhamento para pratos assados. O mesmo acontece com o feijão, que pode se transformar em uma deliciosa sopa. Arroz, cenouras e carne podem virar bolinhos e as frutas se tornam compotas, geleias e recheios de tortas e bolos.
Para evitar o desperdício de gás, retire os congelados do freezer com antecedência. Eles descongelarão naturalmente facilitando na hora de cozinhar. O óleo utilizado para frituras pode causar entupimentos e dificultar o tratamento do esgoto se jogado em ralos ou pias.

Antes de ir viajar, esvazie o freezer e a geladeira e desplugue-os da tomada. Não é necessário resfriar alimentos se ninguém vai consumir. Em estações mais frias do ano, ajuste o termostato de sua geladeira para não resfriar demais os alimentos e economizar energia. Gás de cozinha também pode ser poupado com atitudes como abaixar a chama do fogão quando a água ferver, usar apenas a quantidade de água necessária e colocar alimentos duros de molho antes de cozinhar.
Fonte: www.e-cycle.com.br
Foto: Divulgação


quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Responsabilidade do lixo deve ser compartilhada

O aspecto mais inovador da Política Nacional de Resíduos Sólidos é o entendimento de que a responsabilidade sobre o lixo deve ser compartilhada, ou seja, todos têm um dever a cumprir na destinação ambientalmente adequada dos resíduos que produz. Por outro lado, há em curso um processo de conscientização da população, de que é preciso preservar o meio ambiente e desenvolver ações que devolvam à natureza pelo menos uma parte de tudo que se tira dela para produzir os bens de consumo que, ao final, viram lixo, via de regra descartado de forma inadequada.
Essas mudanças de comportamento estão tendo reflexos dentro de muitos lares, onde as pessoas passaram a fazer de tudo para dar um destino nobre àquilo que não lhes serve mais, como é o caso do lixo com condições de ser reciclado, e o lixo orgânico, que oferece todas as possibilidades de ser aproveitado. Isso é possível por meio do processo de compostagem, que transforma o lixo orgânico em esterco natural, totalmente compatível com o meio ambiente.
Assim como a galinha é a rainha do galinheiro, a minhoca é a rainha da composteira. Sem ela o processo de compostagem não aconteceria.  Assim, cabe perguntar: Do que as minhocas mais gostam? Elas adoram as cascas em geral, folhas, legumes, sementes e frutas, à exceção das frutas cítricas, alimentos cozidos e gordurosos. Gostam da sombra, do escurinho e do ambiente úmido. 
Montar uma composteira é muito simples. Ela pode ser feita em casa, utilizando recipiente plástico, como baldes, ou adquiridas no mercado, que dispõe de vários tamanhos, de acordo com a produção do lixo de cada família. O segredo está em preservar quem habita esse ambiente e faz o trabalho “sujo” de consumir o lixo orgânico e transformá-lo em adubo – são elas, as minhocas.
Fonte: Blog do lixo
Foto: Divulgação




Árvores podem reduzir temperaturas das cidades

A mudança climática global, com seus eventos extremos, é um processo de tão grandes implicações que tira a atenção de um fenômeno menor: as chamadas “ilhas urbanas de calor”. No entanto, ele faz com que as cidades sejam em média mais quentes do que o seu entorno, não apenas contribui para o aquecimento do planeta como torna seus efeitos ainda mais sensíveis para os moradores das cidades, que constituem hoje mais da metade da população mundial. No Brasil, quase 85,7% da população já vivia em cidades em 2015, de acordo com indicador do Banco Mundial..
A  pesquisa simulou várias estratégias de mitigação para as ilhas de calor. A melhor opção foi proporcionada por um cenário híbrido, combinando o uso de materiais com elevado coeficiente de reflexão na pavimentação das ruas e revestimento dos edifícios e o plantio de árvores frondosas no espaço entre os prédios. Outra variável considerada nas simulações foi a orientação espacial das avenidas e ruas.

Com o título “Energy saving by mitigating urban heat islands in cities”, um estudo sobre as ilhas urbanas de calor e sua mitigação foi apresentado pela pesquisadora Sahar Sodoudi, do Departamento de Ciências da Terra da Freie Universität, de Berlim, Alemanha, durante o 5º Diálogo Brasil-Alemanha de Ciência, Pesquisa e Inovação, realizado em 29 e 30 de novembro, na Câmara Municipal de São Paulo.
Fonte: www.e-cycle.com.br
Foto: Divulgação


terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Pesquisa com polifenóis de Araucaria pode auxiliar na terapia contra o câncer

A Araucaria angustifolia, encontrada no Hemisfério Sul, ganha mais uma utilidade além daquelas que já conhecemos, como na ornamentação, no paisagismo ou simplesmente pelo sabor de seus pinhões. A atividade biológica desta árvore é alvo de estudo no Laboratório de Estresse Oxidativo e Antioxidantes, que integra o Instituto de Biotecnologia. Popularmente conhecida como pinheiro-brasileiro, a Araucaria angustifolia apresenta pinhas constituídas por pinhões e brácteas (que são as falhas, ou seja, pinhões que não se desenvolveram). Enquanto os pinhões são utilizados para consumo, as brácteas são descartadas como resíduos.
Em estudos realizados pelo grupo de pesquisa, coordenado pela professora Dra. Mirian Salvador da Universidade de Caxias do Sul, foi demonstrado que o extrato proveniente das brácteas de Araucaria angustifolia possui quantidades significativas de polifenóis, compostos fenólicos capazes de modular, diferentemente, o metabolismo de células tumorais e não tumorais. O aumento da incidência de neoplasias em nível mundial expõe a necessidade contínua do desenvolvimento de novos fármacos para a terapêutica do câncer.
Estudantes do doutorado do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia  e bolsistas de iniciação científica fazem parte da equipe coordenada pela professora Mirian Salvador. Uma parte do trabalho foi realizada no Canadá, em parceria com os pesquisadores Gustavo Scola (mestre e doutor em Biotecnologia pela UCS), Ana Cristina Andreazza (graduada pela UCS) e Cátia dos Santos Branco (doutoranda em Biotecnologia).  
Foto: Cláudia Velho/UCS 

Saiba como implantar a coleta seletiva em condomínios

coleta seletiva em condomínios é a coleta dos resíduos depois da separação prévia pelos apartamentos de acordo com o tipo, recicláveis (metais, papel, papelão, plástico, caixas de leite) ou rejeitos (não recicláveis). Ela pode ocorrer por coleta porta a porta (serviço público ou privado) ou por ponto de entrega voluntária (PEVs).
Apesar dos conceitos de reciclagem e coleta seletiva não serem novidade para boa parte da população, eles ainda encontram dificuldade para se estabelecerem na prática. Mesmo que muita gente não tenha o hábito de separar os diferentes tipos de lixo em suas próprias residências, muitos já usam o serviço em praças de alimentação e em alguns prédios comerciais, mas a separação dos materiais é feita por meio de lixeiras diferenciadas por cor, que indicam quais os materiais recicláveis devem ser separados do lixo comum na hora do descarte .
Alguns prédios residenciais já tornaram a coleta seletiva como padrão, mas muitos condomínios ainda buscam colocar em prática esse sistema e encontram dificuldades para saber como e onde começar.
Algumas dicas do Natureza Viva para separar o lixo corretamente:
         * Definir quais materiais serão coletados;
         * Conscientização da importância do descarte correto;
         * Cuidado com papéis e plásticos;
         
         * Treinamento para os responsáveis

         * Retirar periodicamente os materiais
Fonte: www.e-cycle.com.br
Foto: Divulgação

Dicas para se livrar de poluentes internos e deixar sua casa mais sustentável

Você sabia que é possível baixar o nível de vários tipos de poluição do ambiente interno da sua casa com algumas medidas simples? Além disso, você estará contribuindo para o consumo sustentável, pois deixará de lado produtos com química nociva para efetuar a limpeza doméstica. Confira esse conjunto de dicas.
Diminua os níveis de VOCs na sua casa (use produtos naturais)
Muitos produtos de limpeza comuns em nossas cozinhas e banheiros estão cheios de Compostos Orgânicos Voláteis (VOCs, na sigla em inglês), que são perigosos em curto prazo. Eles estão presentes em solventes em geral, repelentes, produtos de limpeza, maquiagem e cosméticos, carpetes, papel carbono, cola, combustíveis e até em pranchas de surf . Por que não substituir alguns desses itens por produtos com menos química nociva? O bicarbonato de sódio, por exemplo, pode ser um grande aliado na limpeza doméstica.

 Evite o mofo antes dele começar a se reproduzir

Água, vinagre e óleo de melaleuca podem ajudar a combater o mofo sem química nociva.

Adicione algumas plantas ao ambiente interno

Plantas deixam o ambiente mais agradável e filtram a poluição do ar. Algumas delas são ótimas para o ambiente interno e nem dão muito trabalho.

 Remova seus sapatos quando chegar em casa

O simples hábito de retirar os sapatos, tênis e sandálias pode reduzir em até 85% a quantidade de poeira, sujeira e toxinas que invadem sua casa todos os dias.

 Esqueça-se das velas

Além de deixarem um cheiro agradável, velas perfumadas também soltam fuligem e outros poluentes (como formaldeído e acroleína) dentro de sua casa.
Fonte: www.e-cycle.com.br
Foto: Divulgação