quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Os efeitos da caça ilegal

Proibida no país desde os anos 1960, a atividade reduziu a população de várias espécies de animais e elevou o risco de desequilíbrio ambiental. O período entre os anos 1930 e 1960 é chamado de “época da fantasia” em muitas partes da Amazônia. “Fantasia” eram as peles de felinos exportadas para o mercado da moda norte-americano e europeu. Só a venda de pele das espécies mais exploradas – que incluíam jacarés, peixes-boi, veados, porcos-do-mato, capivaras e ariranhas – movimentou cerca de US$ 500 milhões (em valores atuais) durante o auge desse comércio. 
De 1904 a 1969, algo em torno de 23 milhões de animais silvestres de ao menos 20 espécies foram mortos para suprir o consumo de couros e peles. Esses dados, apresentados em um artigo publicado em outubro na revista Science Advances, referem-se apenas ao que ocorreu nos estados de Rondônia, Acre, Roraima e Amazonas.
O biólogo André Antunes, primeiro autor desse trabalho, calculou o número de animais abatidos no período ao combinar as informações disponíveis nos registros comerciais e portuários com as anotadas nos chamados manifestos de carga, relações detalhadas dos materiais transportados pelos navios que partiam do interior da Amazônia para o porto de Manaus.
Fonte: www.ecodebate.com.br
Foto: Divulgação/Ibama

Degelo Ártico ameaça os ecossistemas locais

O Ártico enfrenta mudanças climáticas bruscas que ameaçam os ecossistemas locais e podem ter consequências catastróficas para o restante do planeta. É o que mostra o Arctic Resilience Report, relatório resultante de cinco anos de pesquisa de cientistas do Instituto de Pesquisas Ambientais de Estocolmo. O relatório apresenta 19 “pontos de virada” já em curso ou próximos de entrar em curso, que podem ser desencadeados pelo derretimento da banquisa (camada de mar congelado que recobre o Oceano Ártico) na região. 
Esses pontos de virada são caracterizados por mudanças rápidas ou bruscas em um sistema natural, que podem causar alterações irreversíveis em outros ecossistemas próximos. Verões sem gelo marinho, o colapso de sistemas de pesca do Ártico, transformação de paisagens e mudanças de solo e vegetação estão entre as possíveis consequências cujos efeitos poderiam afetar mais regiões do planeta.
Um desses pontos é o chamado “feedback de albedo”, ou a mudança no padrão de absorção de radiação pela superfície. Com o aquecimento global, o gelo e a neve (que são brancos e rebatem a maior parte da radiação solar de volta para o espaço) dão lugar à tundra, mais escura, que absorve radiação e esquenta mais a região. Isso, por sua vez, eleva a temperatura do solo, liberando gás metano da matéria orgânica antes congelada, que eleva ainda mais as temperaturas, num círculo vicioso. Já a mudança na distribuição de gelo no oceano pode causar mudanças que chegam até a Ásia.
O mais temido desses “pontos de virada” é a perda do gelo marinho permanente na bacia do Ártico, o que causaria problemas sérios para espécies como o urso polar, mas também mudaria os padrões meteorológicos em boa parte do hemisfério Norte, já que o regime de ventos na região é controlado em parte pelo Oceano Ártico. Embora o IPCC (o painel do clima da ONU) tenha descartado que o gelo da região já tenha atingido o ponto de virada, o monitoramento da banquisa em 2016 tem deixado os cientistas de cabelo em pé.
Fonte: www.ecodebate.com.br
Foto: Divulgação

Mundo tem capacidade de criar sistemas de transporte sustentáveis, diz secretário-geral da ONU

Durante a primeira Conferência Global de Transporte Sustentável, realizada em 26 e 27 de novembro, em Ashkhabad, Turcomenistão, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse às delegações presentes que o mundo tem determinação, compromisso, imaginação e criatividade necessários para transformar os transportes em um sistema sustentável. Ele afirmou que essa mudança consciente é positiva para o bem-estar, para o progresso social e para a proteção do planeta.
O chefe da ONU também mencionou os impactos do setor para a saúde pública. Os acidentes de trânsito matam 1,25 milhão de pessoas por ano, sendo que nove em cada dez casos acontecem em países em desenvolvimento. Outro problema é o tráfego intenso nas grandes cidades, que prejudica a produtividade. Além disso, o transporte contribui para a poluição do ar, que custa mais de três milhões de vida por ano.
No Turcomenistão, Ban aproveitou para sugerir sete ideias para mudanças no setor. A primeira é a criação de políticas integradas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs). A segunda é para que a comunidade internacional trate das vulnerabilidades dos países menos desenvolvidos, que precisam, segundo ele, de “cruzamento de fronteiras simplificado e leis regionais harmonizadas. A terceira ideia é a promoção de sistemas de transportes eficientes nas cidades. Ban pediu melhoras no transporte público e promoção do ciclismo e das caminhadas.
Fonte: http://www.ecycle.com.br
Foto: Fotos Públicas/Paulo Pinto

Intemperismo pode ser solução para captura de gás carbônico

Uma parte importante do ciclo do carbono é a transformação química das rochas que, pelo intemperismo químico, se tornam uma forma natural de remoção e fixação de CO2 (dióxido de carbono ou gás carbônico) da atmosfera. O intemperismo é o conjunto de alterações físicas e químicas de rochas expostas na superfície da Terra. Ele é causado pelo clima (chuvas, sol), relevo (alta declividade, baixadas), rocha-mãe (composição mineralógica), tempo (exposição), fauna e flora (matéria orgânica para reações químicas e remobilizando materiais). 
A parte do processo em questão - que é capaz de absorver CO2 - ocorre pela dissolução de silicatos minerais, que naturalmente demora milhares de anos para ocorrer. Como essa escala de tempo não é suficiente para compensar as emissões atuais e controlar o aquecimento global, especialistas criaram uma técnica que consiste em acelerar esse processo.

Um exemplo é a olivina (um silicato). Esse mineral pode ser triturado e espalhado por áreas de agricultura em que o CO2 será convertido em carbonatos sólidos, removendo-os da atmosfera. Do solo, seriam transportados para rios e por fim chegariam ao oceano, onde seriam precipitados. O silicato também pode ser lançado diretamente nos oceanos e em praias. 

Fonte: http://www.ecycle.com.br

Foto: Divulgação



terça-feira, 29 de novembro de 2016

FAO e parceiros lançam campanha para reduzir desperdício de alimentos

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) lançou no fim de outubro (20) em parceria com a Embrapa e a WWF-Brasil uma campanha digital com o objetivo de reduzir o desperdício de alimentos, em meio às iniciativas para o Dia Mundial da Alimentação (16 de outubro).
Com ações nas redes sociais  a campanha #SemDesperdício convida os consumidores a refletir sobre o tema por meio do vídeo "Gastronomia- Todo mundo tem a sua. Mas o que acontece com a comida que não entra na sua mania?
A campanha lançou o site www.semdesperdicio.org, por meio do qual o público é chamado a participar do desafio “Uma Mania a Menos”. Na ação, a pessoa receberá um e-mail diário ao longo de dez dias com dicas para reduzir o desperdício de alimentos.
Fonte: http://www.ecycle.com.br
Foto: Divulgação


Mudança climática ameaça segurança das mulheres, diz Unesco

No Dia Internacional da Eliminação da Violência contra a Mulher, celebrado nesta segunda-feira (28), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) chamou atenção para a mudança climática e os recursos escassos como fatores que alimentam a violência contra as mulheres — em casa, nas ruas e durante desastres naturais causados pelo clima.
A mudança climática é um multiplicador de ameaças — pode agravar a migração e o deslocamento de populações, assim como contribuir para problemas nas colheitas ou inundações, aumentando assim a pressão nos lares e nos meios de subsistência, disse em mensagem a diretora-executiva da Unesco, Irina Bokova.
Estudos mostram que as mulheres são responsáveis por 65% da produção alimentar doméstica na Ásia, por 75% na África Subsaariana e por 45% na América Latina. Com frequência, são os papéis tradicionais das mulheres que as colocam em maiores riscos derivados da mudança climática – elas se tornam vulneráveis à violência ao ter de andar dezenas de quilômetros todos os dias para garantir comida, água e lenha, ou após serem deslocadas ou empobrecidas por desastres.
Fonte: http://www.ecycle.com.br
Foto: ONU/divulgação


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Países mais pobres do mundo querem viver só de energia limpa

      A parte mais pobre do planeta pode estar prestes a dar um baile ecológico nos mais ricos. As 47 nações com menos dinheiro no mundo pretendem, até 2050, usar apenas energias 100% renováveis. A meta surgiu durante a Conferência sobre Mudanças Climáticas da ONU, que terminou no último dia 18, no Marrocos. O evento discutiu quais serão os próximos passos depois que o mundo inteiro se comprometeu a reduzir as emissões de carbono, por meio do Acordo de Paris – que tem como objetivo não deixar a temperatura da Terra subir mais do que 2ºC até o fim do século. 

     A ideia é aprender com os erros do restante do mundo – e pular a parte poluente da história das nações. Os países que se comprometeram com o projeto ainda estão em uma fase embrionária da industrialização – e evitariam que suas fábricas sejam construídas dependendo de combustíveis fósseis. As indústrias já se formariam utilizando energia solar ou eólica, por exemplo.

   Apesar de nunca ter sido feito algo nessas proporções, não é a primeira vez que a ideia de salto tecnológico aparece. Um dos casos mais famosos aconteceu na parte mais rural da África. Até a virada do século 21, o número de linhas de telefone fixo por lá era escasso – assim as operadoras telefônicas resolveram investir diretamente em celulares, sem passar pelos fixos. Com isso, o número de linhas móveis em continente africano saltou de 7,5 milhões em 1999 para 76,8 milhões em 2004.

Para que dê tempo, os 47 países (entre eles, Palestina, Sudão do Sul e Afeganistão) têm quatro anos para enviar à ONU seu planejamento. Até 2030 as coisas devem estar começando. A ideia vai contra as ações que algumas das nações mais ricas estão tomando.
Fonte: http://exame.abril.com.br
Foto: Divulgação

Cerca de 100% das amostras de alimentos estão livres de agrotóxicos, relata Anvisa

O Programa de Análises de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, o PARA, avaliou mais de 12 mil amostras de alimentos ao longo de três anos. Pela primeira vez, o documento revela o risco dos resíduos para a saúde. Quase 99% das amostras de alimentos analisadas pela Anvisa, entre o período de 2013 e 2015, estão livres de resíduos de agrotóxicos que representam risco agudo para a saúde. O dado faz parte do relatório do PARA, divulgado pela Agência na sexta-feira (25), em Brasília. No total, foram 12.051 amostras monitoradas nos 27 estados do Brasil e no Distrito Federal.
Esta é a primeira vez que a Anvisa monitora o risco agudo para saúde, uma vez que, nas edições anteriores do PARA, as análises tinham o foco nas irregularidades observadas nos alimentos. O risco agudo está relacionado às intoxicações que podem ocorrer dentro de um período de 24 horas após o consumo do alimento que contenha resíduos. Este novo tipo de avaliação, que já vem sendo feito na Europa, Estados Unidos, Canadá etc., leva em consideração a quantidade de consumo de determinado alimento pelo brasileiro.
Foram avaliados cereais, leguminosas, frutas, hortaliças e raízes, totalizando 25 tipos de alimentos. O critério de escolha foi o fato de que estes itens representam mais de 70% dos alimentos de origem vegetal consumidos pela população brasileira, conforme detalhados na tabela a seguir.
Fonte: www.ecodebate.com.br
Foto: Divulgação



Perda de carbono no solo possui técnicas promissoras

O solo do nosso planeta armazena cerca de 2,5 bilhões de toneladas de carbono, mais que a atmosfera (780 bilhões de toneladas) e que a vegetação (560 bilhões de toneladas), sendo um importante reservatório de carbono. Os solos, de acordo com os serviços dos ecossistemas, podem atuar como drenos ou como fontes de emissão de gases de efeito estufa (GEEs) dependendo do tipo de manejo utilizado. Os solos do planeta já perderam de 50% a 70% do carbono contido originalmente, principalmente pela agropecuária, o que cria uma grande oportunidade para devolver o carbono ao solo e ao mesmo tempo contribuir para a diminuição do aquecimento global..

Mas como o carbono atmosférico se torna carbono no solo? O estoque do carbono no solo ocorre seguindo o ciclo do carbono. As árvores sequestram CO2 (gás carbônico ou dióxido de carbono) do ar por meio da fotossíntese; parte é usada para crescimento de galhos e folhas, e outra parte, cerca de 40% do CO2 sequestrado, é transportado pelas raízes até o solo. Esse CO2 irá alimentar os microrganismos do solo, que vão ajudar a plantas a obter nutrientes. Os microrganismos são responsáveis por criar complexas e estáveis formas de carbono. Se o solo for preservado, continuará armazenando carbono por centenas de milhares de anos.

Entretanto, o que está acontecendo hoje é a perda de carbono do solo.

Fonte: http://www.ecycle.com.br

Foto: Divulgação


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Biodiesel de óleo de palma ameaça floresta tropical

O consumo de óleo de palma para a produção de biodiesel na Europa cresceu 2,6% em 2015, um aumento que ameaça a floresta tropical e que a Quercus (maior organização ambiental portuguesa) critica, já que esse combustível polui três vez mais do que o óleo diesel.
O biodiesel europeu é atualmente o principal produto final resultante do óleo de palma, atingindo o índice inédito de 46%. Isso significa que os condutores são, apesar de inconscientemente, os maiores consumidores de óleo de palma na Europa”, diz comunicado da Quercus, que alerta para o impacto desse crescimento na destruição das florestas tropicais. Segundo os dados apresentados pela organização ambientalista, o biodiesel produzido a partir de óleo de palma representou 32% de todo o biodiesel consumido na Europa em 2015 e por “2% de todo o diesel queimado”.
A Quercus estima que se a “intensiva utilização” de óleo de palma na Europa fosse replicada no resto do mundo “seriam necessários 4,3 milhões de hectares de terreno nas regiões tropicais do planeta para alimentar essa procura”. Segundo a associação, o que está em risco é “uma área equivalente às florestas tropicais que ainda restam nas áreas úmidas do Bornéu [ilha do Sudeste Asiático], Sumatra (na Indonésia) e na península da Malásia”.
Fonte: www.ecodebate.com.br
Foto: Divulgação

Em primeiro voo, Veículo Aéreo Não Tripulado do ISAM realiza mapeamento do Campus-Sede da UCS

Numa primeira vista, a aparência lembra uma miniatura daquelas aeronaves espaciais vistas nos filmes de ficção. A comparação para por aí. Apesar do design futurista, o Maptor, veículo aéreo não tripulado (VANT), não vai além dos limites da atmosfera. Em ambiente terrestre, porém, o equipamento trabalha com eficiência incomum. Adquirido pela Universidade, por meio do Instituto de Saneamento Ambiental (ISAM), com recursos da Secretaria de Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico, o dispositivo é feito com fibra de carbono, possui envergadura de 1 metro e não pesa mais que 1,4 Kg. As medidas contrastam com o alcance do equipamento. Ele possui autonomia para voar por 80 minutos, consegue fazer a cobertura de 2000 hectares e gera imagens de altíssima qualidade.
Essas características foram vistas e estudadas por docentes, funcionários e bolsistas do ISAM e também por professores do curso de Agronomia, na segunda (21) e na terça-feira (22). Eles realizaram treinamentos com o dispositivo no Campus-Sede e no Campus Universitário de Vacaria. Na UCS, o dispositivo será utilizado pelo ISAM, especialmente para análise do setor agrícola, para o planejamento ambiental e para avaliação hídrica de grandes extensões.
Fonte: UCS
Fotos: Cláudia Velho/UCS

Assistência social deve ser adaptada para lidar com mudanças climáticas, diz centro da ONU

Para preparar comunidades para as mudanças climáticas, o Centro RIO+ das Nações Unidas está elaborando um guia metodólogico sobre como incluir riscos ambientais em programas de transferência de renda. O objetivo é ampliar os esforços de adaptação às transformações do clima, que ainda respondem por uma fatia pequena dos investimentos de países para lidar com as consequências do aquecimento global.
Dados da Iniciativa de Política do Clima indicam que os recursos destinados ao enfrentamento das mudanças climáticas já chegaram à soma de 391 bilhões de dólares anuais. Desse montante, porém, apenas 25 bilhões irão para iniciativas de adaptação. Para o Centro RIO+, países podem e devem canalizar parte das finanças do clima para programas de proteção social já existentes, a fim de proteger as comunidades mais vulneráveis.
O organismo da ONU lembra que, no mundo, 800 milhões de pessoas ainda passam fome. Em países de baixa renda, apenas um em cada cinco indivíduos recebe benefícios da proteção social. Em nações de renda média e alta, dois terços da população está amparada por sistemas de assistência. O Centro RIO+ alerta que, na maioria das regiões do planeta, políticas de proteção sempre se concentraram nos aspectos sociais e econômicos do desenvolvimento, mas muito pouco em questões ambientais. Segundo o órgão de pesquisa, a tendência deveria ser substituída por uma maior preocupação quanto às relações entre sociedades e a natureza, uma vez que milhares dependem de meios de subsistência encontrados nos próprios ecossistemas. Choques climáticos também são um fator de risco para os indivíduos.
Fonte: http://www.ecycle.com.br
Foto: Banco Mundial/Flore de Preneuf/Divulgação

Energias renováveis:oportunidade de integração energética da América Latina

As energias renováveis, como a solar, a eólica, a hidrelétrica e a proveniente de biomassa, como o etanol e outros biocombustíveis, representam uma oportunidade de integração energética dos países latino-americanos em razão da complementaridade de suas matrizes, hoje fortemente baseadas na produção de energia hidrelétrica. Para atingir esse objetivo, contudo, será preciso superar barreiras para a produção de energia proveniente de recursos naturais em países da região, como a Argentina. 
O simpósio, que ocorreu entre os dias 17 e 18 de novembro no campus da Udelar, em Montevidéu, no Uruguai, teve como objetivo fortalecer as colaborações atuais e estabelecer novas parcerias entre pesquisadores da América do Sul nas diversas áreas do conhecimento. Participaram do encontro pesquisadores e dirigentes de instituições do Uruguai, Brasil, Argentina, Chile e Paraguai.
Fonte: http://www.ecycle.com.br
Foto: Divulgação

Agronegócio precisa participar da luta contra as mudanças climáticas, alertam especialistas

O agronegócio precisa participar da luta contra as mudanças climáticas. A conclusão é de especialistas que se reuniram em 9 de novembro, no Fórum do Pacto Global, em São Paulo, para debater o papel da agricultura na preservação do meio ambiente e na redução das emissões de gases do efeito estufa. A diretora de assuntos corporativos da Dow Agrosciences, Marilene Iamauti, explicou que o cuidado com as pastagens pode evitar a destruição contínua dos recursos naturais. Segundo ela, a recuperação de áreas degradadas permite o aumento da produtividade do rebanho e reduz a pressão sobre novos desmatamentos.
A diretora do World Resources Institute (WRI) no Brasil, Rachel Biderman, também concordou que o financiamento do replantio de florestas se dará pelo agronegócio. “Embora plantar florestas não seja barato, é dessa forma que o Brasil pode e precisa contribuir. Precisamos de plantadores de árvores”, alertou.
A especialista chamou atenção ainda para outros mecanismos que podem estimular o envolvimento do agronegócio na preservação do planeta. “Precisamos também de uma reforma fiscal de baixo carbono, ou seja, um incentivo ou desincentivo fiscal para as empresas e suas práticas relacionadas ao meio ambiente”.
Fonte: http://www.ecycle.com.br
Foto: Divulgação

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Ministro do Meio Ambiente defende fortalecimento do FNMA

Na abertura da 72ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo do Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA), realizada quarta-feira (23) em Brasília, o ministro Sarney Filho defendeu a adoção de mecanismos capazes de assegurar a efetividade dos recursos aplicados pelo fundo. Para o ministro, a renovação dos quadros do Conselho Deliberativo, que alterou 13 dos 17 membros do colegiado, dá novo fôlego para “uma guinada rumo a um papel de destaque ainda maior (do FNMA) na política ambiental”. Ele reforçou que a aplicação dos recursos deve priorizar os aspectos social e ambiental. 
Sarney Filho salientou a importância das parcerias e do controle social do organismo de fomento a projetos ambientais. Pioneiro no fomento de ações que contribuem para o desenvolvimento sustentável e preservação dos biomas brasileiros, o fundo completou 27 anos. Em 2010, com a redução dos recursos disponíveis, passou a contar com o apoio financeiro de outros agentes de fomento. 
Fonte: http://www.mma.gov.br
Foto: Divulgação

Compostagem doméstica: fácil e sustentável

A compostagem é o processo de reaproveitamento da matéria orgânica encontrada no lixo, na intenção de transformá-la em uma fonte de nutrientes que quando misturada a terra funciona como fertilizante. A técnica muito utilizada em grande escala na agricultura também pode ser reproduzida domesticamente e aplicada em plantas, hortas e jardins.
Para Bruno José Esperança, diretor geral da Esalflores, maior floricultura e Garden Center do Sul do país, o processo de compostar é um grande aliado no cuidado com o meio ambiente, pois colabora com a redução dos resíduos orgânicos produzidos em residências. “A compostagem permite que restos de alimentos e outros tipos de sobras orgânicas sejam reaproveitadas contribuindo com a diminuição do volume de compostos descartados em lixões. Além de evitar a utilização de fertilizantes sintéticos”, explica Bruno.
O processo de compostagem doméstica é simples e exige apenas três caixas plásticas escuras (sendo uma com tampa), folhas secas e galhos pequenos e cerca de 100 minhocas. O primeiro passo é forrar o fundo da caixa superior com as folhas secas e pequenos galhos ou serragem. Esta primeira camada vai funcionar como dreno para a composteira. Em seguida deve-se colocar a terra com minhocas e logo acima os resíduos orgânicos. É importante que os resíduos sejam cobertos com outra camada de folhas secas para contribuir com oxigenação.
Depois disso é só fechar a caixa e fazer depósitos diários até que ela seja preenchida. Assim que estiver completa basta passar essa caixa para baixo e subir uma vazia para recomeçar o processo. Não sendo necessário inserir novas minhocas.
Mais informações no site www.esal.com.br
Fonte: www.ecodebate.com.br
Foto: Divulgação

Óleo de alecrim é recomendado para tratamento de cabelo e pele

O alecrim (Rosmarinus officinalis) é uma planta originária da região do Mediterrâneo, na Europa, muita conhecida e utilizada desde tempos antigos. A erva sempre foi conhecida por alguns benefícios, como efeitos positivos na memória, função calmante, saborosa especiaria, além de ter aroma agradável. Atualmente, o alecrim é muito utilizado como condimento para alimentos, porém as propriedades dessa planta podem ser aplicadas para outras finalidades - ela serve como conservante e tem até uso terapêutico por meio do seu óleo essencial.
Ele é extraído do alecrim através de um processo chamado destilação por arraste a vapor. Na destilação, o vapor d'água passa entre as folhas secas de alecrim, levando, por meio de arraste, o óleo presente no interior das glândulas até o condensador, extraindo assim o óleo essencial e o hidrolato. 
Fonte: www.ecycle.com.br
Foto: Divulgação

Mudanças climáticas têm grande impacto no oceano Austral

O aumento na concentração de gases que causa o efeito estufa está diretamente relacionado com a elevação na temperatura média da atmosfera. Cerca de 90% desse calor promovido pelo aquecimento global é absorvido pelos oceanos que, por sua vez, o transportam para suas camadas mais profundas. Desde 1955, os oceanos absorveram 20 vezes mais calor do que a atmosfera. O aquecimento dos oceanos tende a piorar, uma vez que as temperaturas globais estão aumentando. Projeções apontam que as mudanças são mais acentuadas em altas latitudes.
Segundo Ilana Wainer, professora do Departamento de Oceanografia Física do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo, os oceanos são uma “espécie de ar condicionado do planeta” e o oceano Austral (ou Ártico) – sem barreiras e com correntes intensas em resposta a ventos fortes – é peça fundamental nas mudanças do clima.
Fonte: www.ecycle.com.br
Foto: Divulgação

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Óleo de argan: o ouro líquido do Marrocos é ótimo para os cabelos

O fruto argan é proveniente da Argania spinosa, uma árvore originária de Marrocos. Como a planta é completamente adaptada às características naturais do sudoeste do país africano, é muito difícil de cultivá-la em outras regiões do mundo; desse modo, costuma existir apenas no Marrocos, o que a torna bem rara. A árvore pode alcançar até dez metros de altura e viver por 200 anos. O fruto tem aparência semelhante ao da oliveira e é de sua semente que se extrai o óleo.
Em geral, o processo de extração do óleo é manual e tradicional, feito por mulheres marroquinas. As sementes são deixadas ao sol para secarem, em seguida são esmagadas e prensadas em um moinho de pedra - extrai-se assim o óleo e são necessários cerca de 100 kg de sementes para a produção de um litro de óleo. Atualmente, algumas empresas utilizam processos mecânicos para a extração do óleo, mas o modelo manual ainda é tradicionalmente muito forte no Marrocos.
Fonte: www.ecycle.com.br
Foto: Divulgação



Mudanças climáticas têm impacto no oceano Antártico

O aumento na concentração de gases que causa o efeito estufa está diretamente relacionado com a elevação na temperatura média da atmosfera. Cerca de 90% desse calor promovido pelo aquecimento global é absorvido pelos oceanos que, por sua vez, o transportam para suas camadas mais profundas. Desde 1955, os oceanos absorveram 20 vezes mais calor do que a atmosfera. O aquecimento dos oceanos tende a piorar, uma vez que as temperaturas globais estão aumentando. Projeções apontam que as mudanças são mais acentuadas em altas latitudes.
Segundo Ilana Wainer, professora do Departamento de Oceanografia Física do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo, os oceanos são uma “espécie de ar condicionado do planeta” e o oceano Austral (ou Antártico) – sem barreiras e com correntes intensas em resposta a ventos fortes – é peça fundamental nas mudanças do clima.
Fonte: www.ecodebate.com.br
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ONU investe US$ 2,8 bilhões para combater mudanças climáticas

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) investe U$ 2,8 bilhões em quase 800 iniciativas para combater as mudanças climáticas em 140 países. É o que revela um novo relatório divulgado pela própria agência em 17 de novembro, durante a Conferência do Clima da ONU que aconteceu em Marraquexe, no Marrocos.
 As nações de atuação do Pnud incluem os 48 países menos desenvolvidos e os 39 membros da Aliança dos Pequenos Estados Insulares (Apei). Desde 2008, a agência ajuda esses e outros territórios a obter financiamento. Em torno de 40% dos projetos do programa são voltados para a adaptação às mudanças climáticas — e somam quase um bilhão de dólares.
Ações para promover o uso de energia sustentável e a proteção das florestas respondem por, respectivamente, 30% e 22% do orçamento. Estratégias para aprimorar capacidades e fortalecer instituições e políticas para cumprir o Acordo de Paris — e implementar as Contribuições Nacionalmente Determinadas — representam 11% de todos os projetos.
Fonte: http://www.ecycle.com.br
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Descontrole de algoritmos pode resultar em destruição do meio ambiente, dizem pesquisadores

Você sabe o que é um algoritmo? Algoritmo é uma sequência de instruções definidas utilizada para realizar tarefas mecânica ou eletronicamente. É como se fosse uma receita culinária, só que bem mais complexa. No seu funcionamento, os algoritmos podem repetir passos predefinidos ou fazerem uso de decisões (levando em conta comparações ou lógica).
Os algoritmos são os códigos por trás de aplicativos, sites de busca, satélites, etc. É difícil que pessoas que não são da área de tecnologia da informação parem para pensar no poder dos algoritmos sobre nossas vidas. Atualmente, é difícil encontrar tarefas que não sejam mediadas por uma máquina. Da música ao sistema financeiro, todos os sistemas são impactados por essas sequências de instruções. Da pra imaginar que o meio ambiente não poderia ficar de fora dessa não é mesmo?
De acordo com os pesquisadores que escreveram o "O Código da Bosfera", se não garantirmos o controle dos nossos algoritmos, eles podem resultar em uma destruição devastadora do meio ambiente.
Fonte: http://www.ecycle.com.br
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terça-feira, 22 de novembro de 2016

Geração Z quer ação para um futuro sustentável, diz pesquisa

De acordo com uma pesquisa global entre jovens realizada pela Masdar, uma empresa de energia do futuro de Abu Dhabi, a mudança climática será o maior desafio do mundo na próxima década. Apresentada na COP22 de Marrocos, a “Pesquisa Global da Masdar com a Geração Z sobre Sustentabilidade” é o primeiro estudo mundial sobre a opinião dos jovens entre 18 e 25 anos em relação à mudança climática, ao desenvolvimento sustentável e às energias renováveis. 
A pesquisa foi realizada no início deste ano para coincidir com o aniversário de 10 anos da Masdar. Foram entrevistados quase 5.000 jovens pós-milênio em 20 países do Oriente Médio, Norte da África, África Subsaariana, Américas, Europa e Ásia. Ela ilustra claramente o grau de preocupação entre os jovens sobre a mudança climática, com 40% dos entrevistados citando-a como um dos maiores desafios mundiais da próxima década, à frente da economia (34%), terrorismo (32%), pobreza e desigualdade (29%) e do desemprego (29%).
Oito em cada dez (83%) jovens pós-milênio também disseram que os governos precisam escutar mais o que eles têm a dizer sobre sustentabilidade. Um número semelhante (80%) acredita que os líderes atuais não fazem o suficiente para proteger o meio ambiente.
Fonte: www.ecodebate.com.br
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Técnicas de neutralização de CO2 por fertilização oceânica são polêmicas e precisam de mais pesquisa

O oceano retém mais de 90% do calor contido nos gases de efeito estufa que produzimos em processos naturais. Ou seja, ele realiza o sequestro de uma quantidade enorme de CO2 (gás carbônico ou dióxido de carbono), cerca de 30%das nossas emissões - é o segundo maior reservatório de CO2, ficando atrás apenas das reservas geológicas.
A fertilização do oceano, outra solução da geoengenharia, consiste no lançamento de ferro em amplas áreas onde há excesso de nutrientes. O ferro estimula o crescimento biológico da região, principalmente de organismos aquáticos como fitoplânctons que irão se proliferar, aumentando a conversão de CO2 da atmosfera em matéria orgânica. A figura mostra manchas de fitoplâncton no mar após o fertilização oceânica.
Essa matéria orgânica se deposita no fundo do oceano e posteriormente, com sua decomposição, cria um estoque de CO2 acumulado também no fundo do mar. Entretanto esse método afeta os principais ciclos naturais do oceano, além de proporcionar efeitos negativos ainda incertos nos serviços ecossistêmicos (em termos locais e globais), alterar a rede alimentar, diminuir o oxigênio, entre outros.
Fonte: http://www.ecycle.com.br
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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

COP 22: "Compromisso de reduzir aquecimento global não tem volta", dizem Organizações

Os países participantes da 22ª Conferência das Partes sobre Mudança do Clima (COP 22) reafirmaram o compromisso de reduzir o aquecimento global e de construir uma agenda de trabalho para chegar a esse objetivo em dois anos. A avaliação é do secretário executivo do Observatório do Clima, Carlos Rittl, e do coordenador da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, Marcelo Furtado. A conferência teve início no dia 7 de novembro e terminou na sexta-feira (18), no Marrocos.
O objetivo foi regulamentar os detalhes sobre o Acordo de Paris. Esse pacto representa um esforço de mais de 190 países para conter as emissões de gases de efeito estufa e, com isso, limitar o aumento da temperatura média global a bem abaixo de 2 graus Celsius.
Ritll e Furtado lembraram que a COP 21, realizada em 2015, na França, teve um caráter político. Já a conferência deste ano foi técnica, com o objetivo de definir a agenda de trabalho. “O Brasil contribuiu para que a gente tivesse a construção de uma agenda que pode entregar bons resultados nos próximos dois anos. Depende do empenho de todos os países”, disse Rittl. “"Os países deram um sinal inequívoco que o compromisso não tem volta”", ressaltou Furtado.
Fonte: www.ecodebate.com.br
Foto: Divulgação

Carregador portátil hidrelétrico converte água corrente em energia

Estar em contato direto com a natureza sempre nos traz experiências ótimas. Mas às vezes é importante ter alguma conexão com dispositivos eletrônicos para facilitar a viagem. Só que, se nossos aparelhos eletrônicos não podem ser recarregados em grande parte de ambientes ao ar livre, como manter contato com a "civilização"? A empresa sul-coreana Enomad pensou em uma solução prática e sustentável para isso.
Estream é um dispositivo hidrelétrico portátil que converte água corrente em energia que poderá ser usada para carregar os mais diversos dispositivos pela entrada USB. É do tamanho de uma garrafa d’água e pesa menos de um quilo; pode carregar até três celulares e, segundo a empresa, a carga é feita duas vezes mais rapidamente do que em dispositivos tradicionais. Basta emergir o aparelho em água corrente e deixar a turbina girar, criando energia - o item demora entre quatro e cinco horas para ser carregado completamente.
Diferentemente dos carregadores que funcionam a energia solar, não é possível carregar os dispositivos ao mesmo tempo em que o Estream está gerando energia, mas como ele também não é dependente da luz solar, é possível deixar o carregador na água durante a noite e, ao acordar, você terá um power bank totalmente carregado.
Fonte: http://www.ecycle.com.br
Foto: Divulgação

Novo Vazamento de óleo da Petrobrás mata botos e peixes no rio Teles Pires, no Amazonas

Quatro dias depois de identificado um vazamento de óleo nas águas do Rio Teles Pires, na Amazônia, ainda não se sabe qual é a origem do problema ou sua dimensão, mas os estragos já começam a surgir nas águas do rio.
Indígenas que vivem na beira do rio, na divisa de Mato Grosso com Pará, têm registrado a ocorrência de mortandade de peixes e tracajás (espécie de cágado comum na Amazônia). Um boto morto (foto) foi encontrado por indígenas da terra indígena Caiabi. Equipes de saúde indígena ligadas à Secretaria de Saúde foram enviadas ao local. O Ibama também trabalha com agentes na região para identificar a causa do vazamento e sua extensão. Segundo relatos de agentes do Ibama e a concessionária Empresa de Energia São Manoel, dona da hidrelétrica que está em construção na área próxima ao vazamento, a mancha de óleo já teria se dissipado na água. Pelo menos outros 900 indígenas vivem em aldeias a cerca de 60 quilômetros da usina. Mais abaixo ainda está a terra indígena mundurucu, onde vivem oito mil pessoas.

Fonte: www.achetudoeregiao.com.br
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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Efeitos das mudanças climáticas prejudicam vida dos brasileiros, diz Greenpeace

Dez anos depois da publicação do último relatório do Greenpeace sobre os prejuízos decorrentes das mudanças climáticas, novo documento da entidade mostra que pouca coisa mudou. “O que tem de mais emblemático é que, dez anos depois, ainda não conseguimos arrumar uma solução para evitar as mudanças climáticas. Continua uma discussão muito grande, as coisas não saem do papel e os efeitos já estão acontecendo”, avalia o coordenador de Políticas Públicas do Greenpeace Brasil, Márcio Astrini.
Pelo modelo de bandeiras tarifárias, quando a energia vem das usinas hidrelétricas, a tarifa tem um valor, mas se o governo precisa utilizar as termelétricas – que são mais poluentes e mais caras – o consumidor paga um valor adicional pela eletricidade que chega à sua casa.
Como 64% da eletricidade do país vêm das hidrelétricas, menos água nos rios significa menos produtividade e risco de energia mais cara.
Fonte: www.ecodebate.com.br
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Agência da ONU apresenta programa para eliminar HCFCs do setor de espumas

Especialistas no setor de espumas de poliuretano se reuniram em São Paulo para discutir as novas tecnologias do setor, trocar experiências e lançar produtos para o mercado, na maior feira de poliuretano da América Latina, a “Feiplar Composites & Feipur”, ocorrida no início de novembro.
Nos estandes dos mais de 100 expositores, diversos tipos de produtos feitos a partir da espuma de poliuretano foram expostos, como travesseiros, colchões, painéis de carro, volantes, impressoras 3D, sapatos e painéis fabricados no Brasil e no exterior. Nos três dias, cerca de dez mil pessoas visitaram o evento, de acordo com a organização.
O Ministério do Meio Ambiente (MMA), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), trabalha para eliminar os HCFCS.
Fonte: http://www.ecycle.com.br
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Neutralização de CO2 por plantio de árvores é alternativa para reduzir pegada

Com o cálculo das emissões de gases de efeito estufa (GEEs) é possível realizar a quantificação de árvores necessárias para compensar esse tipo de emissão. As árvores absorvem CO2 (gás carbônico ou dióxido de carbono) pela fotossíntese, usado para seu crescimento, que é armazenado na biomassa (folhas, tronco, raízes) e é o estoque de carbono. Mas elas também emitem CO2 quando respiram e quando morrem (decomposição ou queima de sua biomassa). Quando o carbono absorvido em uma floresta excede a emissão de CO2 devido à respiração das árvores, ocorre o chamado sequestro de carbono.
A neutralização das emissões via árvores ocorre pelo sequestro de carbono da atmosfera, que é fixado na biomassa da planta, ou seja, sequestrado do meio ambiente para ser fixado na planta. Uma árvore, em média, é capaz de sequestrar 15,6 quilos de CO2 por ano - isso facilita a determinação de quantas árvores serão necessária para neutralizar as emissões de empresas obtidas no inventário de emissão de GEEs. O plantio de árvores também é o método mais acessível para pessoas físicas que desejam neutralizar suas emissões do dia a dia, sem esquecer, é claro, que é essencial reduzir a pegada de carbono fazendo melhores escolhes diárias. Existem calculadoras que contabilizam o CO2 emitido e quantas árvores são necessárias para neutralizar determinado valor.
Em programas de preservação, muitas vezes as árvores já são adultas e têm grande estoque de carbono por hectare, assim existem custos de manutenção florestal, bem como infraestrutura e administração.

Fonte: http://www.ecycle.com.br
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